Meus amors, antes de tudo eu queria pedir desculpas por não estar postando regularmente. Estou trabalhando e estudando, mas não paro de escrever porque me apaixonei pela história. Eu espero que também estejam apaixonadas e não me abandonem tá?!
Descemos do carro em frente a um casa abandonada.
-Bem, chegamos. -Lucas disse.
-Certeza de que é o endereço certo? Está muito quieto. -disse.
-É verdade. Então vamos, antes comece a ter algum movimento por aqui.
Lucas desceu do carro acompanhado do Luan. Olhei pro Sorocaba.
-O que você queria falar comigo?
-Na verdade é uma pergunta.
-Se eu puder responder...
-O quê que acontece quanto àquelas páginas que caíram no rio? Quer dizer, elas estavam em maior número do que as que a gente tem.
-Não sei. A gente tem que dar um jeito. Vamos, vamos logo pegar essas que faltam e depois a gente resolve isso.
-Tá bem.
Desci do carro e fui até o Lucas.
-Tudo bem, primeiro a gente tem que ver se não tem ninguém morando aí.
-Aqui, no meio do nada?
-Nunca se sabe.
Luan deu um passo à frente e bateu na porta. Esperou alguns segundos e bateu de novo. Ninguém respondeu. Ele olhou para Lucas que fez sinal para ele seguir em frente. Luan abriu a porta e nós quatro entramos. A casa era maior por dentro do que parecia por fora.
-Tá certo. Luan, você procura na cozinha. Kate, você vai para os quartos e eu olho aqui na sala. Você fica lá fora. Qualquer coisa, corre pra dentro.
Sorocaba saiu e eu procurei onde poderiam ficar os quartos.
-Hey! -Luan me chamou- Qualquer coisa, vai pra debaixo da cama.
-Tá, tudo bem.
-É sério. Qualquer barulho estranho.
-Tá bom Luan.
Entrei no quarto. Um cheiro insuportável de bolor me fez ter vontade de sair correndo, mas eu fiquei ali. Abri com cuidado um guarda-roupa velho, com medo do que pudesse cair em cima de mim.
Uma série de vestidos embolorados estava arrumado lá. Olhei atrás deles e achei uma caixa de madeira antiga, trancada à chave.
-Gente! Achei alguma coisa! Ouvi o barulho de vidro se quebrando e saí do quarto.
-Entra! Luan me empurrou de volta.
-O que foi isso?
-Vai pra debaixo, anda. Só sai quando eu vier te buscar. Só eu, ok?
-Ok.
-Vai logo!
Fui pra debaixo da cama com a caixa. Fiquei deitada em direção à porta. Luzes estranhas começaram a aparecer. Ouvi alguns gritos do Lucas. Não sabia se era por causa da briga ou se ele estava ferido. Alguma coisa bateu na porta com força e de repente tudo ficou em silêncio. Um silêncio mais assustador do que todo aquele barulho de antes. Eu só conseguia ouvir meus próprios batimentos cardíacos. Até que uma voz me fez esquecercde tudo e correr até lá fora.
-NOOOO!
-Peter! -eu corri até o lado de fora e vi somente quatro luzes, tão fortes que poderiam me fazer perder a visão. Olhei pra trás até que Lucas me derrubou no chão.
-Calma, não abre oa olhos agora, você precisa da sua visão.
Esperei até que ele me soltasse e abri os olhos devagar. Me levantei do chão, levando a caixa ainda comigo. Fui em direção ao lugar de onde vieram as luzes e me abaixei oara pegar algo que me chamou atenção: uma pena dourada.
-Kate... -Sorocaba disse, pegando no meu ombro- eu sinto muito.
-O que aconteceu aqui?
-Levaram o Peter.